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O gosto da população pela música e pelo canto deu origem a que fosse criado, pelo professor Luís Miranda, no clube de música do Instituto D. João V, no ano de 1994, o Grupo de Cavaquinhos do Louriçal.

Cerca de doze pessoas, entre alunos, professores, funcionários e membros da comunidade, deram animação ao projeto que cedo cresceu e se tornou autónomo, funcionando atualmente como uma das secções da Associação Cultural Recreativa e Desportiva do Louriçal.

 Presentemente, cerca de trinta pessoas dão cumprimento às características iniciais e mantêm bem vivas as tradições musicais, com o propósito de recuperar e preservar a identidade cultural e ainda numa perspetiva de renovação e continuação.

O Grupo funciona também como escola de cavaquinho, sendo no seu seio que os executantes aprendam e desenvolvam o seu trabalho na música.

 A música é tocada consoante a mensagem que se pretende transmitir, neste caso a interpretação de temas populares definem as tradições locais, e ao Professor Luís Miranda, que fundou o Grupo, coube o papel de o dirigir, organizar e ensaiar, tendo feito eco da linguagem dos sons ligados à terra até 2019, ano em que se deu o seu desaparecimento físico.

Em palco, o Grupo de Cavaquinhos de Louriçal apresenta normalmente 25 músicos, executando quase todos o cavaquinho. Para além deste instrumento, usa viola, alguma percussão e vozes. Assim, tem sido preocupação manter o som puro do cavaquinho, jogando com as suas diversas possibilidades melódicas, harmónicas e rítmicas.

Paralelamente, procuram realizar experiências musicais interessantes, elaborando arranjos próprios de temas de autores diversos, mesmo da música erudita.

O repertório é constituído essencialmente por temas da música tradicional portuguesa, mas inclui outros de autores portugueses como José Afonso, Fausto, Sérgio Godinho, Cesária Évora, Deolinda, entre outros.

 Alguns dos momentos altos da sua história são a gravação de um CD intitulado «Recortes», em 2004, assim como atuações na Suíça, no Luxemburgo, na RTP e na SIC e na Festa do Avante.

Ao longo dos anos, passaram pelo Grupo mais de uma centena de tocadores.

Neste momento o Grupo encontra-se a gravar o seu segundo trabalho.

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