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Leonel Mendrix (Músico/Compositor)

Biografia

Rapaz Improvisado  – uma espécie de alter-ego cujo nome nos remete automaticamente para o caminho estético que trilha – surgiu no acaso dos improvisos e no redescobrir das guitarras, após uma viagem à Irlanda em 2008.

 Em 2013 lança o primeiro álbum e aparece pela primeira vez ao vivo, a convite do multifacetado António Cova, na estreia do seu filme “Promessa Cega.

Assim tem evoluído desde a sua génese, sem a pretensão de aspirar a alguma coisa em concreto, exceto, claro, o de cumprir o sonho de um dia figurar na prateleira da world music, ao lado de nomes como Keith Jarret, Carlos Barretto, Carlos Zíngaro, Hector Zazou, Tom Waits, John Zorn, Bill Frisell, Lhasa de Sela ou Marc Ribot, artistas que habitualmente escuta em casa.

A obra de Rapaz Improvisado, materializada em três álbuns deambula num universo musical onde cabe, de forma quase equitativa, a música tradicional, a surf-music dos anos 60, os Godspeed You Black Emperor, os Sonic Youth e o Ennio Morricone, o nipónico Ryuichi Sakamoto e, obviamente, os ensinamentos obtidos nas audições às variadas obras de John Zorn.

As diversas experiências e liberdade expressiva neste projeto já lhe proporcionou colaborar em diversos discos de outros artistas, a compor temas para curtas-metragens, a musicar poemas, realizando cerca de uma centena de concertos, desde o Litoral ao Interior, desde o Minho ao Algarve, chegando atuar na Galiza, em digressão com o Festival Um ao Molhe.

Por detrás do Rapaz Improvisado  está Leonel Mendrix, também compositor nos projetos musicais que criou: “Sinestetas Albinos” com o seu primo Pedro Martins, “Miss Cat e o Rapaz Cão” com a amiga Catarina Ribeiro, e presentemente nos “Fio-Manta” com o amigo Ricardo Grácio.

Leonel Mendrix – nascido em 1977 com formação em arquitetura, descobriu no encontro entre a música e o cinema o fascínio que desde cedo o inspirou e o tornou, nos últimos 12 anos. Construtor atento de espaços sonoros de rara sensibilidade, compõe com as suas ferramentas sonoras lugares privilegiados para tempo, lugares e tramas se instalarem.

Ultimamente, dedica o seu trabalho sobretudo à música instrumental e de banda-sonora, em registos que se diluem entre si, visitando regularmente registos diversos como o Sci-fi, jazz, bues, rock experimental, ambiental, experimental, tradicional e de improviso.”

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